quinta-feira, 30 de julho de 2015
Passatempo fantástico
http://www.lets-talk-about-beauty.com/2015/07/giveaway-too-faced-semi-sweet-chocolate.html
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Participem!
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domingo, 19 de julho de 2015
passatempo
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passatempo!
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quinta-feira, 4 de julho de 2013
Tudo o que poderá ser
Primeiro, é fundamental pedires desculpa.
Mesmo que penses que não fizeste nada por que tenhas de
pedir desculpa,
Mesmo que não consideres teu dever ou obrigação fazê-lo,
Mas pede desculpa.
Porque aí demonstras que vês o lado dela,
Que finalmente a compreendes: tudo e todos os motivos de
zanga ou tristeza.
No fundo, é dares o braço a torcer.
Dizeres-lhe que sabes como ela se sente
E que compreendes o amor dela.
Parecendo que não, é a única forma de verdadeiramente o
mereceres.
Depois, explica-lhe as razões pelas quais não desististe dela.
O que foi e é para ti e tudo aquilo que queres que seja.
A ser verdade, diz tudo o que sentes,
O que te deixa acordado toda a noite
E te atormenta os dias.
Diz que a queres de volta
Só não prometas o que sabes que não é de ti.
Esquece a falsa premissa de que as coisas vão ser melhores,
Que nunca mais vais fazer isto ou que farás aquel’outro.
Ambos saberão que não é verdade
E tudo o que é falso não te vai ajudar.
Porque na verdade, com ela,
Só queres partilhar o teu verdadeiro eu.
E se ainda não estiver convencida,
Pergunta-lhe o que ela sentiu,
Como viveu todo este tempo,
Se partilha contigo o mesmo desejo.
É a altura de a ouvires…
De a deixares seguir…
domingo, 7 de abril de 2013
Eterno Vazio
Nunca pensei poder sentir-me assim
És agora um grande vazio em mim
Pensar como importou e nada mais
Como tudo acaba por ter tais finais
Não quero mais
Se agir mal foi o que me fizeste fazer
Então agia mal toda uma e outra vez
Com a certeza de que não te deixava escapar
Toda eu era um constante só te querer
Sempre eu sonhava com um “era uma vez”
Tanta força para forçosamente ter de te deixar
Porque tu é que escolheste
Nada de possível havia a dizer ou a fazer
Num eterno segundo morreste
E agora és um vazio que tenho de preencher
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Se as saudades matassem
Para quê deitar-me, se é para chorar?
Se é para me lembrar?
Porquê recordar, se é para sofrer?
Se é para não entender?
Para nunca mais o teu olhar encontrar?
Ou o teu abraço me embalar?
Para quê o porquê de tudo o que é bom ter de acabar?
Porque é que nunca se fica com o que se quer ficar?
A saudade veio para matar…
sábado, 18 de agosto de 2012
Uma simples porta
Aquela porta existe.
Está lá.
Descomprometida.
Não me perguntem se de madeira ou ferro,
Se verde ou azul,
Mas lembro-me de como era velha, estreita, ruidosa,
Pouco interessante e pouco tentadora
Porém, era o que estava para além dela que interessava
Um mundo de alegria, risos, olhares, gargalhadas,
Confidências, carinho, partilha
E tanto mais por que valia a pena viver…
Momentos
Lembrados apenas
Por quem teve a coragem de atravessar algo tão frágil e sensível
E ainda tinha ousadia para tanto mais.
Acontece que a porta não mais se abriu…
O mundo está lá
Com mais vida que nunca
Só não é para mim.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Do outro lado
É verdade que estou aqui
Do outro lado desta grande porta
E está a chover…
Cai e sinto-a na pele
Tu não vês?
Será que a sentes?
Parece complicado ver,
Ou sentir até…
Uma história contada de forma diferente não é verídica
Nem em quem a conta se pode acreditar!
Mas, com guarda-chuva ou não,
É impossível não sentir…
Mais ainda: não ver que esta porta é de vidro.
terça-feira, 15 de março de 2011
Há coisas que nem sempre dizemos

Há coisas que nem sempre dizemos,
Não porque custa,
Mas porque temos medo que elas voem.
E depois?
Depois guardamos o que íamos dizer só para nós.
Ninguém fica a saber o quanto estamos a sofrer.
Não vale a pena afogar o que nos rodeia, só porque a água está demasiado fria para nós.
Há sempre coisas que ficam por dizer…
E isso custa,
Porque não fomos audazes o suficiente para congelar o momento.
E depois?
Depois é mais difícil falar, avançar, dar…
E ninguém fica a saber o que estamos a sentir…
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
A espera

Ela está ali à espera
Sentada não quer, apesar da longa demora
Vale-lhe a calmaria que o ar lhe dá
E a luz cinzenta do envergonhado sol de inverno
Que ameaça um desfecho menos risonho.
Deixa de estar de pé
Uma simples borda do passeio é perfeita
Acreditando lá não ter de ficar por muito tempo
Daqui a um quarto do relógio tudo se resolverá
Um dia passa
E ela espera
E continua a acreditar
Mas as pedras da calçada são duras
A chuva ameaça por entre as nuvens
Não há nada a fazer
O rapaz levanta-se e vai embora.
domingo, 2 de janeiro de 2011
A preto e branco
sábado, 23 de outubro de 2010
Carta
Gaivotas passam num voo rastejante
Que nem víbora que esconde a sua presa
Como o sol que sucumbe ao horizonte
E o laranja que vagueia pelo céu de verão
Bate…ondeia…frio…bate…
Enrola…quente…toca…enrola…
Passeia num caminho de noite molhado
Tal como seixos num trilho à sorte
Vermelho de paixão no negro azul
Este é o som do silêncio do depois
Não chegues…fica…vai, mas volta…
quinta-feira, 25 de março de 2010
Fado
Estou desejosa pela rajada de vento que me vai afastar os cabelos da face, do orvalho quase a gotejar pelos candeeiros cinzentos de metal, frios mas tão quentes de luz.
Andar pela pedra da calçada que não escorrega e não deixa enganar no caminho; aconchegar o casaco, buscando inconscientemente um abrigo seguro.
Abrir aquela porta de ouro e sentir o conforto da madeira, nem muito escura, nem muito clara, e a suavidade dos veludos que a cobrem.
Mas não pensem que o que me faz voltar é apenas isto… é o relembrar da minha vida e de tudo o que dela parte fazia.
Acordar gelado e preguiçoso, consumido pela vontade de querer mais e mais…sem nunca parar e até sem nunca errar. Sacrifício não era, desconhecidamente, conhecido.
O chegar a casa e ter mais do que fazer, alguém para além de mim que compreender e até aqueles a quem me dava a entender.
Agora mudam as horas, os tempos, os locais, as pessoas, os momentos, a casa e eu.
Tudo isto é triste…tudo isto é Fado…
Andar pela pedra da calçada que não escorrega e não deixa enganar no caminho; aconchegar o casaco, buscando inconscientemente um abrigo seguro.
Abrir aquela porta de ouro e sentir o conforto da madeira, nem muito escura, nem muito clara, e a suavidade dos veludos que a cobrem.
Mas não pensem que o que me faz voltar é apenas isto… é o relembrar da minha vida e de tudo o que dela parte fazia.
Acordar gelado e preguiçoso, consumido pela vontade de querer mais e mais…sem nunca parar e até sem nunca errar. Sacrifício não era, desconhecidamente, conhecido.
O chegar a casa e ter mais do que fazer, alguém para além de mim que compreender e até aqueles a quem me dava a entender.
Agora mudam as horas, os tempos, os locais, as pessoas, os momentos, a casa e eu.
Tudo isto é triste…tudo isto é Fado…
sábado, 20 de março de 2010
Melancholic Ballad

Hoje escrevo...
...não porque tenha alguma coisa para escrever, para dizer, para partilhar
Porque sinto que o devo fazer
Simplesmente é o que quero
Sei que há alguém que precisa de um conforto e eu assim o espero confortar
Ou talvez de uma mão que, dada, ajude a caminhar
Uma música que o vá alegrar.
Um simples desabafo não é fácil esconder
Talvez tu um dia o vás saber
Agora não
É muito cedo...ou muito tarde...depende...
Às vezes tento acreditar que também não o sei
Em vão
Porque será que escrevo?
Não sei
E é isso
E já é demais para saber
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Palavras correm
domingo, 11 de outubro de 2009
Compreendo-te
Quando tentas o teu melhor
Mas não és bem sucedido…
Sabes o que é estar tão perto
Que sentes cruelmente o quanto te estás a afastar.
Sobes uma escada e atinges o patamar
Cais pela rampa sem ter nada para te agarrar
Não podes parar nem decidir recomeçar
Sofres por ti e pelos outros
Por aquilo que já é tarde para tentar
E continuas…
Porque não há nada que te prenda àquele instante
Nada que queiras recordar como brilhante
E olhas para os que te rodeiam buscando algo
Talvez força que, itinerante,
Te deixa chegar ao primeiro andar.
Tens a ilusão de que já triunfaste
Mas o sonho está a te enganar
O prédio tem mil andares
E muitos ainda serão os olhares
De dor, tristeza e solidão
Angústia num tão pequeno lugar
Aquele onde guardamos o coração.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
O sexto sentido
Se o mundo existe
E eu quero existir
Porquê levantar
E voltar a cair?
O mar revoltoso
Deixou de ser queixoso
E volto a navegar
Para nada encontrar
O céu desce ao meu encontro
Voo nos braços de um outro
Não sinto a consciência diletante
Esqueço o cavaleiro andante
Se o sonho me invade
Choro a saudade
Daquilo que ainda não serei
Do que vou ser e temerei.
Chuva cai incessante
E eu continuo errante
E abro o guarda-chuva mais uma vez
Para que as varetas se partam de chinês.
A terra escura
Nada engana e tudo assegura
Caminho pela mão morena
Não ouço a razão sarracena
Lembro a donzela serena.
Se o futuro entra
Por aquela porta aberta
Posso não ter coragem
De a fechar numa aragem.
Sol que queimas o olhar
Não tão confundes como o amar
Desta vez não me vou proteger
Só para te poder ter.
Metamorfose

Linda larva
Tão jovem e inocente
E calma de diabrura
Teu espírito encanta
Todo o teu ser é único
Tens talento em cada vértebra que te compõe
E cativas até os mais esquisitos
Com o teu sorriso tentador
Pelo teu próprio corpo esguio
Subiste lá alto
Ninguém ficou indiferente
O tempo passou
O sucesso aumentou
Já não és larva
De um casulo saíste
Toda vaporosa
Agora, tinhas estado com as estrelas
E ganhaste um par de asas lustrosas
Pintadas de todas as cores
Sentes-te especial
Mais bonita, graciosa
És uma borboleta
És a rainha do Mundo
O teu corpo minúsculo
Ostenta o peso da fama
São quilos que te puxam de encontro ao chão
Estás crescida
E já não consegues voar…
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Multifacetado

Lembro o passado distante
E peço ao futuro que virá.
Amo com amizade
O amigo, que amor me dá.
Olho o horizonte
E perco o infinito
Deixo meu cabelo esvoaçar
Ao vento da sorte e do azar.
Ouço ao longe
Explosões de cores.
Sinto bem perto
Um punhado de odores.
Caminho por entre as estrelas,
Corro e salto sobre os cometas,
Frios e com sombras amarelas.
E eu viva ou morta de tantas facetas.
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